quarta-feira, 24 de novembro de 2010

CONSTRUINDO UM VERDADEIRO AVIVAMENTO(Esboço de Pregação) - Franklin Ferreira

1.       SOMOS ATRAÍDOS A DEUS PELO ESPÍRITO SANTO
O Espírito de Deus passa a habitar permanentemente no novo convertido.
O cristão é consciente dessa nova realidade e o capacita a buscar a santificação (obra que começa no coração).
O conhecimento de que o que somos vem do Espírito Santo, nos dá nova vida.
I Co 8:9, Ef 2, I Co 12

2.       ATRAÇÃO A DEUS E SEUS CAMINHOS POR AMOR A DEUS
O Espírito leva o cristão a amar a Deus.
Jó afirma: ”(...) conhecia a Deus só de ouvir falar, hoje conheço Deus de andar com Ele.”
Habacuque: “(...) ainda que a videira não floresça...”
Oposta à teoria da prosperidade.
Somos levados amar a Deus sobre todas as coisas apesar das circunstâncias.

3.       UMA VERDADEIRA ESPIRITUALIDADE É CARACTERIZADA POR VISÃO DE ADORAÇÃO (APRECIAÇÃO) AO SENHOR NA BELEZA DE SUA SANTIDADE
O nosso coração de encanta com a maravilha da beleza de Deus.
Pensamos em gradação de beleza porque Deus é a suprema expressão do belo.
O Filho se antecipa à vontade do Pai. É um amor que se revela na pessoa do Espírito Santo.
O amor de Deus se revela a nós pelo Filho, que satisfaz a retidão eterna do próprio Deus.
Como apreciar esse Deus?
Sl 29:2, Sl 96:6-9

4.       MUDANÇA À UM CONHECIMENTO COMPLETAMENTE NOVO
Conhecimento intelectual: devemos nos deliciar com as sagradas escrituras por meio do Espírito Santo.
O Espírito nos leva a experimentar um novo conhecimento ao caminhar com Deus.
“Provai e vede que o Senhor é bom.”

5.       GERANDO CONVICÇÃO DE QUE AS VERDADES DA FÉ CRISTÃ SÃO CONCRETAS
O Espírito Santo nos dá a certeza interna de que pertencemos a Cristo.
As dúvidas existenciais cruciais acerca do cristianismo e do próprio Deus devem ser tiradas “lutando” com Deus, assim como fizeram Habacuque, Asafe e Jó.

6.       O ESPÍRITO OPERA DANDO-NOS A CERTEZA DE QUE A HUMILDADE É BASE DA FÉ CRISTÃ
A humildade passa a ser percebida como a base de toda virtude cristã.
O crente orgulhoso é uma contradição de termos.
Consideramos todos à nossa volta melhores do que nós. Fl 2:3
Não há razão para nos portarmos de forma soberba, afinal tudo vem de Deus.
“Desenvolver o auto-conhecimento e desprezar a si mesmo...”
Deus odeia o orgulho. É o pecado mais abominado de toda a Bíblia.
Sl 34:18, Sl 51:17, Sl 138:6, Is 66:1-2, Mt 5:3, Mt 18: 3-4, Sl 10:4, Sl101:5, I Pe 5:5

7.       MUDANÇA DE NATUREZA
Somos ressucitados. Despidos da velha natureza.
Revestidos de uma nova natureza. Participantes da natureza divina. Nova criatura.
A regeneração nos insere na santificação (ação gradual).
Quem não prova amor pela santificação não nasceu de novo.

8.       TORNADOS À SEMELHANÇA DE CRISTO
“Sede meus imitadores como eu sou de Cristo”
A marca da verdadeira espiritualidade é sermos moldados ao caráter de Cristo.
Perdão, mansidão, ajuda aos pobres.

9.       TEMOR A DEUS POR MEIO DE SUA GRAÇA SALVADORA
Nós reverenciamos esse Deus acima de tudo.
Nós trememos e tememos antes de pecar.

10.   EQUILIBRIO ENTRE SEGURANÇA E TEMOR A DEUS
Preocupação com os nossos pecados e dos outros.
Simetria entre várias virtudes cristãs.

11.   FOME DE DEUS
Moisés desejou ver a Deus.
Nós vamos ansiar constantemente por Deus.
Ansiamos por buscar santidade.

12.   EXPERIMENTAR UM COMPORTAMENTO COMPLETAMENTE GUIADO PELAS ESCRITURAS
Entrega. Constância. Vida cativa ao evangelho.
Vida marcada por sofrimento.

Salmos 9:17
“Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Trecho de "A Bíblia, o Pregador e o Espírito" de Vicent Cheung

A Bíblia é ousada e honesta. Ela te diz que se você discorda com algo dela, então você está errado, e Deus te responsabilizará por sua falsa crença e falsa conduta que se segue dela. Ela não pretende te conceder o direito de se opor ou debater com ela. Você deve concordar com ela, crer nela e obedecê-la. Ela não respeita valores e opiniões privadas, como se cada um de nós fossemos o nosso próprio deus. Ela ignora aquelas coisas que consideraríamos nossos direitos quando estamos tratando com nossos semelhantes. Isso é assim porque quando estamos tratando com a Bíblia, não estamos tratando com outros seres humanos, mas com o próprio Deus. Até mesmo os direitos que temos quando tratando com outros seres humanos devem vir da própria Bíblia, visto que Deus é o governador de todos nós, e Ele é aquele quem define a relação apropriada entre suas criaturas.
Através deste livro, Deus dita todo o aspecto da vida humana. Ela nos fala sobre como adquirir, economizar e gastar nosso dinheiro. Ela nos diz como e o que ensinar aos nossos filhos. Ela nos diz com que tipo de pessoas podemos ter amizade, confiar e casar.
Ela atribui papéis sociais, incluindo aqueles que pertencem a idade, posição, gênero e conhecimento e maturidade espiritual. Ela regula o que alguns consideram as questões mais privadas, tais como sexualidade humana. Muitas pessoas pensam que a sexualidade é um assunto que diz respeito somente a elas, mas a Bíblia prescreve instruções e preceitos exatos sobre o assunto, ora exortando e ordenando, ora proibindo e condenando. Ela anuncia princípios concernentes ao consumo de álcool, e faz da glutonaria pecado. Então, ela contém mandamentos até mesmo com respeito aos nossos pensamentos e motivos, de forma que não somente é pecaminoso roubar, mas é pecaminoso cobiçar também. Por que este livro, contém o todo da vontade de Deus para humanidade, ele representa tudo que os rebeldes espirituais odeiam.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Lual da União de Mocidade Presbiteriana- 17 de Dezembro

Sobre o caminhar e o chegar

Quão longa e dolorosa é uma caminhada quando atentamos fixamente para o final. Por menor que seja a distância a sensação de infinitude parece nunca desaparecer, até finalmente chegarmos! Chegamos! Que alívio! É imediato! Parece que um fardo cai instantaneamente das nossas costas, um imenso fardo. Também é breve o período de descanso e sempre temos a impressão de que é menor do que realmente foi. Por quê? Porque logo teremos que levantar e pegar a estrada novamente. Bem, é assim o nosso comportamento ao longo de nossas caminhadas; ansiosos, sempre com pressa. E é assim  que fomos ensinados a caminhar, afinal “tempo é dinheiro”!
E, se ao invés de caminharmos porque o tempo urge e há pressa para chegar, caminhássemos olhando a paisagem, sentindo a brisa do ar e ouvindo pássaros cantar. Melhor, e se fossemos cantando pelo caminho? Formaríamos um dueto com cada passaro que aparecesse em uma esquina diferente! Poderíamos conhecer pessoas diferentes, fazer novos amigos adquirir novas experiências, enfim aprender. Opa! Parece que chegamos ao fim de uma caminhada. Confesso que nem percebi quando cheguei. Ao me olhar no espelho, percebo que pelo curto espaço de tempo mudei pouco fisicamente, mas ao fazer uma investigação introspectiva, viajo em pensamentos e boas lembranças da última caminhada. Amadureci! Descobri como pode ser bom caminhar! E, se em algum momento me faltar um motivo para caminhar, um alvo a alcançar, terei como razão principal para caminhar, caminhar! Isso mesmo caminhar por caminhar! É para isso que eu vivo! Caminho por que respiro! Quem não caminha é morto!
Caio B. Vasconcelos